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Economia é a ciência social que estuda a produção,
distribuição, e consumo de bens e serviços. É a ciência que estuda as formas de
comportamento humano resultantes da relação existente entre as ilimitadas
necessidades a satisfazer e os recursos que, embora escassos, se prestam a usos
alternativos. Escassez significa que os recursos disponíveis são insuficientes
para satisfazer todas as necessidades e desejos. Estando ausentes a escassez dos
recursos e a possibilidade de fazer usos alternativos desses recursos, não
haverá problema econômico. |
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INTRODUÇÃO À ECONOMIA
1. Evolução
das ciências econômica
A economia é considerada uma
ciência social porque a ciência social estuda a organização e o funcionamento
das sociedades assim, pode-se dizer que a Ciências Econômicas ocupa-se do
comportamento humano, e estuda como as pessoas e as organizações na sociedade se
empenham na produção, troca e consumo dos bens e serviços.
2. Problemas econômicos
básicos
A economia estuda a relação que
os homens têm entre si na produção dos bens e serviços necessários à satisfação
dos desejos e aspirações da sociedade.
Ocorre que as necessidades humanas são infinitas e ilimitadas. Isto porque, o
ser humano pela sua própria natureza, nunca está satisfeito com que possui e
sempre deseja mais coisas.
Por outro lado, os recursos produtivos que a sociedade conta para efetuar a
fabricação de bens e serviços, têm caráter finito ou limitados.
Há, portanto, uma contradição, os desejos e necessidade da sociedade são
ilimitados e os recursos para efetivar-se a produção dos bens e serviços que
devem atendê-los são limitados.
Isso nos leva a seguinte proposição:
Por mais rica que a sociedade seja, os fatores de produção serão sempre escassos
para efetivar a fabricação de todos os bens e serviços que essa mesma sociedade
deseja. Ela terá que efetuar escolhas sobre quais os bens e serviços deverão ser
produzidos, da mesma forma que os homens, contanto com os salários de
determinado valor, não pode naturalmente consumir todos os bens e serviços que
deseja, devendo escolher entre eles quais poderão adquirir e que estejam ao
alcance de sua renda.
Portanto, a ciência econômica é aquela que estuda a escassez ou que estuda o uso
dos recursos escassos na produção de bens alternativos.
3. Métodos de
investigações na economia
Os métodos científicos caracterizam-se pelo raciocínio lógico e são
classificados em indutivos ou dedutivos.
INDUTIVO - É um método de raciocinar que parte de fatos particulares para
se chegar a conclusões gerais.
DEDUTIVO - É um método de raciocinar que parte de premissas gerais para
conclusões específicas.
4. Divisão
usual da economia
Microeconomia – preocupa-se em explicar o comportamento econômico das
unidades individuais de decisão representadas pelos consumidores, pelas empresas
e pelos proprietários de recursos produtivos.
Macroeconomia – estuda o comportamento da economia como um todo. Estuda o
que determina e o que modifica o comportamento de variáveis agregadas tais como
a produção total de bens e serviços, as taxas de inflação e de desemprego, o
volume total de poupança, as despesas totais de consumo, as despesas totais de
investimento, e as despesas totais de governo.
5. Sistema
econômico
É a forma como a sociedade esta organizada para desenvolver as atividades
econômicas de produção, circulação, distribuição e consumo de bens e serviços.
6. Fluxos
econômicos numa economia de mercado
Numa versão simplificada do funcionamento de uma economia de mercado, há de se
distinguir dois agentes econômicos fundamentais: as unidades produtivas ou
empresas e as unidades consumidoras ou famílias.
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2008 e a
crise econômica mundial
O grupo dos 14 países com as
maiores economias representam 80 por cento da economia
mundial e podem tomar decisões, já que existe a intenção
comum de fazer deste Super-G um instituto regulador da
economia mundial. Participam EUA, Japão, Grã-Bretanha,
Alemanha, França, Canadá e Rússia pelo G-8 e os demais
são: Egito, Índia, China, África do Sul, México e o
Brasil. A iniciativa é do Premier italiano Silvio
Berlusconi. |
Entenda a evolução da
crise que atinge a economia mundial.
Bancos de diversos ramos: investimentos, varejo,
hipotecas, nos Estados Unidos e em outros países,
principalmente a Europa, já sofreram prejuízos
bilionários e em alguns casos fecharam, desde agosto do
ano passado. A raiz do problema está no mercado de
hipotecas norte-americano.
1- Imóveis valorizados: Com os juros baixos e
crédito farto, os preços dos imóveis nos EUA tiveram
forte valorização, encorajando mutuarios a refinanciar
suas hipotecas. Os bancos davam aos mutuários uma
diferença em dinheiro, utilizada para consumir.
2- Títulos Lastreados: Para captar dinheiro, os
bancos criaram instrumentos financeiros complexos
chamados títulos lastreados em hipotecas e venderam para
investidores que também emitiram seus próprios títulos
lastreados nesses títulos e passaram-nos para frente,
espalhando-os por todo o sistema bancario.
3- Juros altos e quedas dos preços: As taxas de
juros começaram a subir para combater a inflação
enquanto os preços dos imóveis passaram a cair, fazendo
com que as mensalidades da casa própria ficassem mais
caras. A inadimplencia disparou e, assim, os títulos que
eram garantidos por essas hipotecas perderam valor.
4- Perda dos bancos: Além dos prejuizos com a
inadimplencia, os bancos tiveram fortes perdas com os
titulos. Os bancos com maiores problemas se viram à
beira da falencia e precisaram da ajuda do Governo
americano.
Crise de confiança: Instalou-se uma grave crise de
confiança e os bancos não querem mais emprestar, com
medo de calotes. |
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