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O alcance da política macroeconômica depende do sistema econômico existente, das
leis e das instituições do país. Existem divergências quanto ao grau de
intervenção do Governo: alguns defendem a política do laissez-faire e outros
acham que o governo deve cobrir as deficiências do mercado. Neste caso, a
política econômica deve eliminar as flutuações, reduzir o desemprego, fomentar
um rápido crescimento econômico, melhorar a qualidade e o potencial produtivo,
reduzir o poder monopolista das grandes empresas e proteger o meio ambiente. A
partir da década de 1970, a política macroeconômica procurou limitar o papel dos
governos e reduzir o poder do Estado.
No entanto, a política econômica pode tornar-se contraproducente, caso o
diagnóstico dos problemas econômicos for errôneo e as diretrizes políticas não
forem adequadas ao problema que se pretende resolver. Em tempos de guerra, nas
economias planificadas ou centralizadas, essa política é mais rígida e maior a
intervenção do Estado. O êxito de uma política econômica dependerá da reação dos
agentes econômicos, da sua execução e da confiança na administração.
Nas relações comerciais entre dois países devem ser considerados os tipos de
câmbio, as taxas alfandegárias e os problemas da dupla imposição, uma vez que a
mudança em um desses fatores repercutirá sobre a economia nacional.
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