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RÁDIO
Receptor
A
função do radio receptor é a decodificação dos
sinais eletromagnéticos recebidos do espaço,
captados pela antena, transformando-os em ondas
sonoras, sinais digitais e/ou analógicos. A
televisão e o rádio automotivo, por exemplo, são
receptores.
O
equipamento é conectado a uma antena receptora, um
sistema de sintonia e amplificadores de áudio, vídeo
e/ou sinais digitais.
Transmissor
O
radio transmissor converte sinais sonoros,
analógicos ou digitais em ondas eletromagnéticas,
enviando-os para o espaço através de uma antena
transmissora, para serem recebidos por um radio
receptor, por exemplo, emissoras de AM, FM ou de TV
Alem do LW.
Transceptor
O
radio transceptor, funciona das duas formas, como
transmissor e receptor, alguns exemplos de
transceptor são, o telefone celular, os radares nos
aeroportos, os equipamentos de comunicações em
veículos oficiais, e de empresas particulares.
Modalidades
Além da radiodifusão, existem outras modalidades na
utilização de equipamentos emissores de
radiofreqüência que influenciam nas
radiocomunicações.
Radiotelegrafia, bastante utilizada até meados da
década de 1970. Após o advento da digitalização, a
transcepção via código morse caiu em desuso
comercialmente e militarmente, embora ainda existam
utilizadores da radiotelegrafia.
Radiotelefonia ainda utilizada, porém em outros
modos, por exemplo, os telefones celulares são modos
de radilotelefonia.
Radioemissora não é necessariamente radiodifusão, ou
radiocomunicação. Uma radioemissora pode emitir
sinais de rádio para os mais diversos fins, desde
militares até industriais.
Radiocomunicação é a modalidade mais utilizada.
Radiogoniometria é uma modalidade de
radiolocalização. Um radiogoniômetro localiza uma
emissão de radiofreqüência de qualquer modalidade.
Radiolocalização é uma forma de radiogoniometria. Um
radiofarol, por exemplo, sendo um radioemissor,
emite sinais que são recebidos por um
radiogoniômetro, que tendo um sistema monodirecional
de recepção, faz a triangulação da emissora,
localizando-a com precisão.
Radioterapia por Diatermia, chamado por alguns do
meio médico de Ondas Curtas. Este sistema, embora
não pertença ao assunto radiocomunicação, tem sua
relevância, pois, é um dos maiores interferentes
(Poluidor) nas radiocomunicações. Trata-se de um
equipamento transmissor de radiofreqüência de alta
potência utilizado em medicina e não em comunicação.
Também não se deve confundir com Radioterapia por
Radiação Ionizante), esta é realizada no comprimento
de onda dos raios-x.
Radiocirurgia, também não diz respeito, até certo
modo, à radiocomunicação, pois, trata-se de uma
modalidade da utilização de potentes transmissores
de radiofreqüência chamados de Bisturís Eletrônicos.
Estes equipamentos podem ser utilizados como
Cauterizadores eletrônicos, Eletrocoaguladores, além
de eficientes equipamentos de corte de tecidos
vivos. Nas neurocirurgias são excelentes por
causarem menos danos do que as lâminas de corte dos
bisturís convencionais. Sua relevância à
radiocomunicação se dá pelo fato de serem
(juntamente aos equipamentos de diatermia) grandes
poluidores do espectro eletromagnético.
Radioamadorismo
Nas radiocomunicações o radioamadorismo é um meio de
comunicação que ocupa lugar de destaque. Apesar de
ser um hobby, este tem vital importância para as
pesquisas e desenvolvimento em diversas modalidades
desta ciência.
As estações de radiocomunicação mantidas por
radioamadores, se prestam para comunicados e
conversas informais além dos concursos e competições
nacionais e internacionais os chamados contestes.
Além do passatempo, os radioamadores prestam
serviços para testes de condições de propagação
ionosférica, direta, e por reflexão, (inclusive
lunar) nas mais diversas freqüências do espectro.
Em casos extremos, as estações de
radiocomunicações de radioamadores, em função de sua
portabilidade, agilidade, gama de utilização,
potência, e sistemas de (antena)s de fácil montagem
e alcance, auxiliam as autoridades de Defesa Civil
do mundo inteiro nas situações de risco e
calamidades públicas. |