Notícias de todo o mundo A história dos jornais
Primórdios:
da Antiguidade ou da Idade Média haviam criado redes de coleta e
difusão de informação cujos mensageiros
transmitiam, oralmente ou por escrito, notícias que em seguida
podiam ser levadas ao conhecimento de um público mais ou menos
amplo pelas mais diversas vias, do pregoeiro ao cartaz-edital. Origem
dos jornais: embora seja possível em cada tipo de
civilização em todas as sociedades organizadas encontrar
“antepassados” do jornal e dos jornalistas, seria insensato
ater-se a antecedentes longínquos. A partir do século XV,
uma série de fatores políticos, econômicos e
intelectuais conjugaram seus efeitos para aumentar notavelmente a sede
de notícias no Ocidente: O Renascimento, as Reformas, os
processos de troca bancárias e comerciais. Primeiros passos:
a criação de Estados modernos conferia maior
segurança e regularidade às comunicações
(surgimento dos correios). O nascimento da impressão (1438) que
ganhou difusão na segunda metade do século XV.
Histórico: a imprensa periódica só nasceu mais de
um século e meio após a invenção da
tipografia, tendo sido um verdadeiro florescimento de escritos de
informação dos mais diversos. Desde o século XVI,
pelo menos, as notícias já tinham se tornado verdadeira
mercadoria. Tipos de jornais: as gazetas eram pequenos
cadernos de 4 a 8 páginas, às vezes ilustrados com
gravuras em madeira. Eram folhas de notícias em que se relatavam
um acontecimento importante: batalha, festas, etc. Os pasquins surgiram
mais tarde, representavam um novo tipo de folhas volante. Os libelos
surgiram no início do século XVI, eram consideradas
folhas volantes que alimentavam as polêmicas religiosas e,
depois, políticas (boatos, injúrias, etc, eram comuns
neles). Tipos de jornais: as gazetas: enquanto as pequenas Gazetas
do início do século XVII só forneciam
áridas notícias, as Folhas publicavam artigos e
comentários desde meados do século e estenderam seu campo
de informação a todos os aspectos da vida social e
cultural. As folhas, na Inglaterra, continha poucas notícias e
era, essencialmente, preenchido por um longo artigo, quase sempre
polêmico. Na França as gazetas, eram jornais
diários de informação foram os primeiros jornais
informativos. As folhas revolucionárias; tinham prosa
clássica, injúrias e grosserias. Sobrevivência:
o nascimento dos periódicos impressos não provocou o
desaparecimento dos escritos informativos não-periódicos.
Ao contrário, as notícias a mão se desenvolveram
nos séculos XVII e XVII e os noticiaristas tiveram juntamente
com os gazeteiros, uma importância considerável como
fornecedores de notícias. Pelos menos até 1789, eles
constituíram redes de informação eficientes. Contradição:
apesar do enriquecimento de seu conteúdo e do aumento
considerável de sue público, no final do século
XVIII a imprensa ainda não tinha adquirido, mesmo nos
países mais evoluídos, como a Inglaterra e França,
a consideração que sua nova importância fazia
merecedora. Os instrumentos de privilegiados de expressão da
idéias continuavam sendo o livro ou a brochura.
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