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O mau hálito deixa de ser um
problema permanente.
Consulte o seu dentista caso as suas gengivas doam ou sangrem quando você escova
os dentes ou usa fio dental, e principalmente se estiver experimentando um
problema de mau hálito. Essas manifestações podem ser a indicação da existência
de um problema mais grave. Seu dentista pode ensiná-lo a usar técnicas corretas
de higiene bucal e indicar as áreas que exigem atenção extra durante a escovação
e o uso do fio dental.
Existem algumas medidas muito simples que cada um de nós pode tomar para
diminuir significativamente o risco do desenvolvimento de cáries, gengivite e
outros problemas bucais.
Escovar bem os dentes e usar o fio dental diariamente.
Ingerir alimentos balanceados e evitar comer entre as principais refeições.
Usar produtos de higiene bucal, inclusive creme dental, que contenham flúor.
Usar enxagüante bucal com flúor, se seu dentista recomendar.
Garantir que as crianças abaixo de 12 anos tomem água potável fluoretada ou
suplementos de flúor, se habitarem regiões onde não haja flúor na água.
A cárie dental é uma doença que destrói os tecidos duros do dente e tem causas
múltiplas, entre as quais: a placa bacteriana cariogênica, a quantidade e a
qualidade de saliva, a dieta, fatores biológicos inerentes ao indivíduo e outros
relacionados à idade, à conduta e à disponibilidade de cuidados de saúde.
A interação entre esses fatores determinará a presença ou não de doença e sua
severidade.
No desenvolvimento da cárie interatuam as bactérias aderidas à superfície
dentária, que transformam em ácidos os hidratos de carbono da dieta, a
capacidade neutralizadora da saliva, a quantidade de açúcares ingerida
diariamente, os hábitos de higiene bucal, as propriedades físico-químicas do
esmalte dentário, os fatores imunitários e as medidas preventivas adotadas.
Todos esses fatores interatuam nos processos de desmineralização e
remineralização constantes que ocorrem no tecido dentário da cavidade bucal
A doença periodontal atinge os tecidos de suporte dentário. A placa bacteriana
periondopática aderida à superfície dentária gera toxinas que produzem
inflamação dos tecidos moles (bochecha e gengiva) que rodeiam o dente. Se não
houver medidas terapêuticas adequadas a doença pode avançar, em casos de
indivíduos suscetíveis, chegando à destruição das fibras de união
alvéolo-dentárias e do osso alveolar com a conseqüente perda do dente que fica
sem suporte ósseo.
A"gengivite ulceronecrotizante aguda" (GUNA). Infecção aguda atribuída a uma
menor resistência do paciente por estresse. Reconhece-se em sua etiologia uma
simbiose de espiroquetas e bacilos fusiformes. As manifestações clínicas são
ulcerações nas papilas interdentárias que aparecem recobertas por
pseudomembranas branco-acinzentadas. Um sintoma típico é a dor intensa e a
halitose (mau hálito) em determinados momentos pode provocar febre e
infartamento ganglionar. |